Coletar
Sinais autorizados de identidade, endpoints, redes, cloud, IoT e sistemas físicos.
A Harpia conecta evidências digitais, físicas e de ambientes conectados para que os serviços Bellot detectem comportamentos, estabeleçam contexto, priorizem risco e apoiem ações controladas.
O problema operacional
Evidências de segurança ficam distribuídas entre sistemas de equipes diferentes. A Bellot conecta essas evidências sem presumir que todos os ambientes são iguais ou que toda decisão pode ser automatizada.

Pipeline de inteligência
Sinais autorizados de identidade, endpoints, redes, cloud, IoT e sistemas físicos.
Preservar a origem enquanto formatos distintos são traduzidos para um modelo consistente de evidências.
Conectar entidades, comportamento e tempo para revelar relações invisíveis em alertas isolados.
Relacionar a evidência técnica ao ativo, ao processo e à consequência operacional.
Ordenar investigações por evidência, exposição e relevância para o negócio — não por volume de alertas.
Recomendar ou executar ações governadas conforme políticas explícitas e autoridade humana.
Harpia
A Harpia fornece a arquitetura de inteligência compartilhada por SOC/MDR, detecção de ameaças, redes, IoT e visão computacional. Ela organiza eventos normalizados, achados, casos, risco, políticas e resposta auditável, distinguindo capacidade disponível, engenharia sob escopo e pesquisa.
Conheça a HarpiaEntradas rastreáveis e origem preservada.
Autoridade humana sobre ações de consequência.
Capacidades operacionais, engenharia e pesquisa permanecem distintas.
Evidências ciberfísicas
O valor não está em coletar tudo. Está em preservar a origem e relacionar somente os sinais que alteram uma decisão defensiva.
Sessões, privilégio e comportamento de acesso
Processos, arquivos e evidências do host
Fluxo, DNS e comportamento de comunicação
Identidade, estado e desvios do dispositivo
Zonas, objetos e eventos físicos
Ativos, processos e consequência
Inteligência incorporada
Priorizar casos, enriquecer investigações e evoluir a cobertura.
Modelar comportamento, identificar anomalias e apoiar threat hunting.
Relacionar comunicação, identidade do dispositivo e contexto operacional.
Converter eventos visuais em evidências governadas para correlação.
Conectar sinais físicos e digitais em uma hipótese de incidente.
Apoiar descoberta, classificação e priorização de migração.
Um ambiente. Uma exposição. Prioridades claras.